Vick Francisco saúda início da atividade delegada

Vereador Luiz Carlos Vick Francisco

Após muita luta pela implantação da atividade delegada em Descalvado, ela finalmente começou a funcionar no último dia 18 de outubro. Assim, o vereador Luiz Carlos Vick Francisco (Cidadania) saúda o início do convênio celebrado entre a Polícia Militar (PM) e a Prefeitura.

A partir de agora, policiais militares poderão trabalhar em seus horários de folga, uniformizados, armados e com a viatura policial, aumentando o número de horas da PM à disposição da população. A remuneração pelo trabalho dos policiais na atividade delegada é feita pela Prefeitura.

Vick Francisco enfatiza a conquista. “Desde 2014 luto, pela implantação da atividade delegada em Descalvado. Já fiz vários requerimentos e indicações sobre o assunto e, agora, fico feliz em ver a atividade delegada funcionar”, afirma.

“Parabenizo o Major Mussolini por lutar junto com este vereador pela implantação da medida, ao Capitão Veiga e toda a sua equipe de policiais pela concretização deste sonho e à população descalvadense pelo benefício recebido”.

Vereador pede cumprimento da Lei de Acessibilidade 

Na sessão legislativa de 21 de outubro, o vereador cobrou do Executivo o cumprimento da Lei n.º 2.619/2006, de autoria da ex-vereadora Rosilene Bertolucci, que trata da obrigatoriedade de construção de rampas que permitam o acesso das pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida em prédios públicos e privados no Município.

“Já temos uma lei municipal desde 2006 sobre o assunto. Ela precisa ser cumprida. Tenho recebido reclamações de cadeirantes que não conseguem entrar nem nos prédios públicos”, disse.

“A Prefeitura deveria ser a primeira a dar o exemplo e regularizar o acesso de pessoas com deficiência aos prédios públicos e também fiscalizar os prédios comerciais particulares novos ou em reforma”.

Vick Francisco também pediu ao Executivo que faça o rebaixamento das guias nas extremidades dos quarteirões para dar maior segurança aos cadeirantes e aos idosos.

Locação de notebooks chama a atenção

Uma questão que chamou muito a atenção do parlamentar “e tem que ser esclarecida” foi a licitação homologada em julho de 2019 para serem alugados por apenas um ano 52 notebooks por mais de R$ 76 mil para a Secretaria de Educação e Cultura.

“Achei estranho esse aluguel. Os R$ 76 mil divididos por 52 notebooks dá quase R$ 1,5 mil, o que daria para comprar um equipamento novo e que certamente durará mais que um ano. É preciso que o Executivo explique tudo isso”, finalizou.

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