CÂMARA MUNICIPAL DESCALVADO

Do Estado de São Paulo

Vaguinho quer atrair mais empresas para Descalvado

O vereador Vagner Basto (Republicanos) solicita à Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento, Obras e Serviços que faça um levantamento e envie à Câmara Municipal a relação das empresas que utilizam o gás natural da empresa Gás Brasiliano, bem como a capacidade de distribuição em Descalvado.

De acordo com ele, uma pesquisa realizada pelo governo do Estado aponta que diversas empresas estão saindo da região do ABCD, na Grande São Paulo, por não estarem conseguindo obter o licenciamento para utilização de gás como fonte de energia.

“Pode ser uma boa oportunidade para trazermos algumas dessas empresas para Descalvado, uma vez que a Gás Brasiliano passa por nossa cidade, e teríamos a possibilidade de aumentar a oferta de empregos para descalvadenses”, afirma.

Município Verde/Azul

Vaguinho pede à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos que informe à Câmara Municipal se existe um servidor responsável pela gestão do Programa Município Verde/Azul, do Governo do Estado. Caso não haja, ele solicita a contratação imediata “em virtude da relevância do projeto”.

O Programa Município Verde/Azul, lançado em 2007, tem o propósito de medir e apoiar a eficiência da gestão ambiental com a descentralização e valorização da agenda ambiental nos Municípios.

O principal objetivo do programa, explica, “é estimular e auxiliar as Prefeituras na elaboração e execução de suas políticas públicas estratégicas para o desenvolvimento sustentável”.

Centro Esportivo

Vaguinho quer que o Executivo dê início ao processo jurídico para posse do antigo prédio do Nosso Clube. Ele defende que seja criada uma unidade do “Projeto Criança” no espaço com foco em esportes olímpicos.

O parlamentar lembra que a propriedade que abrigava o Nosso Clube, situada na Rua 21 de Abril, “está completamente abandonada, tomada pelo mato alto e acúmulo de sujeira, situação que causa muita insegurança e transtornos aos moradores da região”. 

Para ele, a situação do imóvel pode ser revertida por meio de um processo de desapropriação, tornando o prédio de posse do Município. “Por ter sido um clube, a propriedade tem potencial para oferecer diversas modalidades esportivas, com quadras, piscinas e salão amplo, bastando apenas uma reforma para que possa voltar a ser utilizado”, argumenta.