Paulinho sugere vistoria em calhas para combate ao mosquito da dengue

Vereador Paulinho Gabrielli

O vereador Paulinho Gabrielli (PPS) sugere à equipe de Controle de Vetores que faça vistorias em calhas e lajes durante as visitas aos imóveis como forma de combater os criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e da febre amarela.

Para a realização do serviço, Paulinho sugere a aquisição de escadas de alumínio, que são leves e fáceis de transportar e facilitaria o trabalho dos agentes.

De acordo com o parlamentar, “as calhas e lajes também podem ser ambientes adequados para a procriação das larvas do mosquito e, ainda assim, raramente são vistoriados”.

Índice de Breteau

Paulinho cita que, em março de 2019, o Índice de Breteau atingiu 11,7 pontos, o que representa risco de surto de dengue, de acordo com a classificação do Ministério da Saúde.

“O índice mede a infestação de larvas do mosquito Aedes aegypti, o que significa que a cada 100 imóveis visitados pelos agentes, foram encontrados praticamente 12 focos de larvas”, explica.

De acordo com o Ministério da Saúde, Índice de Breteau inferior a 1 é uma condição satisfatória, de 1 a 3,9 a cidade está em situação de alerta e acima de 4 corre risco de surto de dengue.

Citando dados de abril, Paulinho pondera que houve redução do Índice para 5,3 pontos. “Mas a situação ainda denota estado de alerta”.

Mobilização e Prevenção

“A mobilização para o combate ao mosquito Aedes Aegypti deve ser constante. Embora o verão seja o mais propício à proliferação, é necessário não descuidar da prevenção em qualquer época do ano”, alerta.

“Todo local que acumula água parada é um potencial criadouro para as larvas do mosquito, como vasos, vasilhames, piscinas com água não tratada, resíduos sólidos e inservíveis descartados, móveis, sucatas e pneus.

Vagas para Deficientes

Paulinho solicita a destinação de vaga exclusiva para deficientes físicos em frente às escolas públicas e privadas de Descalvado. “O período de entrada e saída de alunos é sempre conturbado, o que fica ainda pior nos dias de chuva. As pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida possuem grandes dificuldades nesse tipo de situação, visto que utilizam equipamentos mecânicos para locomoção”, afirma.

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