Pastor Adilson sugere cartilha de combate à obesidade infantil

Vereador Pastor Adilson Gonçalves

O vereador Pastor Adilson Gonçalves (PSC), vice-presidente da Câmara Municipal, sugere ao Executivo a realização de campanha junto às Secretarias de Saúde e Educação para que seja desenvolvida cartilha voltada ao combate da obesidade infantil nas escolas do Município.

“A cartilha poderia tratar de assuntos como prevenção, diagnóstico e combate à obesidade entre o público infanto-juvenil; as medidas irão incentivar pais e alunos a também adotarem um novo regime alimentar em suas casas, pois o lar e a escola são os principais ambientes para influenciar a mudança de consciência dos jovens”, argumenta.

O parlamentar destaca que a Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que a principal causa da obesidade, incluindo crianças e adolescentes, está na ingestão excessiva de calorias em relação às necessidades individuais.

Diabetes

Pastor Adilson renova pedido à Prefeitura para a doação de canetas para a aplicação de insulina aos cidadãos descalvadenses diagnosticados com diabetes.

De acordo com ele, muitas pessoas, inclusive crianças, realizam diariamente a aplicação de insulina, até mesmo mais de uma vez ao dia. “As canetas são fáceis de carregar, há menor risco de erro na dose e elas são ideais para jovens que não querem se expor e para profissionais que passam o dia fora de casa”, diz.

“Com a caneta, não é necessário que a insulina fique refrigerada, podendo ser conservada fora da geladeira, por um período de 30 dias; e, com a caneta, a aplicação é menos dolorida e sua quantidade é exata, facilitando e tornando mais prático o processo”, frisa.

Ônibus

Pastor Adilson solicita à empresa Realidade Transportes e Turismo que, no período noturno, realize as paradas de ônibus para saída de passageiros o mais próximo possível de suas residências.

“No período noturno, o transporte público urbano em Descalvado tem como último ponto o Jardim Albertima, às 23h15min. Muitos munícipes utilizam o transporte à noite para voltarem para suas casas depois do trabalho e estudos. Essas pessoas são deixadas nos pontos que, por vezes, ficam distantes de sua residência, fazendo com que precisem caminhar por vias desertas, correndo riscos”, conclui.

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