Pastor Adilson sai em defesa de católicos e entidades religiosas

Vereador Pastor Adilson Gonçalves

O vereador Pastor Adilson Gonçalves (PSC), vice-presidente da Câmara Municipal, defende que a Igreja Católica e entidades católicas, além de outras entidades religiosas recebam mais apoio do Poder Público.

“Eu sei da importância da Igreja Católica para nossa cidade. Os padres e as entidades católicas realizam um importante trabalho social, estão de parabéns. Padres e entidades católicas atuam de forma extremamente relevante e precisam de todo apoio do Poder Público e da comunidade, assim como as demais entidades religiosas ”, afirma.

“As entidades religiosas de maneira geral até pagam para realizar trabalhos e atividades sociais, pois, muitas vezes, não têm retorno dos recursos investidos. É importante que a Prefeitura ajude com tendas, palcos, som, freezers e com todo apoio aos eventos”, prega.

Pastor Adilson destaca que “nos eventos das entidades religiosas não se vendem drogas, não se vendem bebidas alcoólicas, não se estimula a prostituição nem imoralidades; muito pelo contrário, salvam vidas”.

Guarda Municipal

O parlamentar volta a solicitar a implantação da Guarda Municipal em Descalvado. Ele lembra que até um concurso público já foi realizado, mas a Prefeitura não levou o projeto adiante.

“Nesse sentido, visando proporcionar mais segurança ao patrimônio público e aos cidadãos, esperamos que com maior brevidade possível, sejam iniciados os procedimentos cabíveis para a implantação da Guarda Municipal”, diz.

Café da Manhã Solidário

Pastor Adilson defende a volta do Café da Manhã Solidário, que foi suspenso em 2014. “O café da manhã é a primeira e principal refeição do dia e de grande importância para quem vai para o trabalho”, alega.

O parlamentar lembra que o kit do Café da Manhã Solidário continha pão, presunto, queijo, uma fruta da época ou barra de cereal, além de café e leite, acondicionados em copos térmicos.

Pastor Adilson lembra que quando implantado o programa beneficiava em torno de 200 pessoas. “Porém, com o passar dos anos foi crescendo de forma aleatória e sem critérios, chegando a distribuir mais de mil kits diariamente”, conta.

O vereador lembra que “na época da suspensão, havia a promessa de reestruturação, só que até o momento não foi retomado; são muitas pessoas não têm condições de fazer uma refeição adequada, principalmente os trabalhadores rurais”.

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