Debora solicita transferência da Embaixada brasileira em Israel

Vereadora Debora Cabral

A vereadora Debora Cabral (PL) encaminhou ofício ao presidente Jair Bolsonaro solicitando a transferência da Embaixada do Brasil em Israel da cidade de Tel Aviv para Jerusalém. Para ela, a mudança “é o reconhecimento do governo de que a Cidade Santa pertence a Israel”.

Debora afirma que “nosso anseio é que a nação brasileira tome a mesma decisão histórica dos nossos vizinhos, Estados Unidos, Guatemala, Honduras e Paraguai, que declararam Jerusalém capital de Israel”.

Dia de Israel

A parlamentar indica a Bolsonaro que insera no Calendário Oficial do Brasil o “Dia de Israel”, a ser comemorado, anualmente, no dia 5 de Iyar, que corresponde ao Dia da Independência para o Estado de Israel.

“Yom HaAtzmaut (do hebraico יום העצמאות) é o Dia da Independência de Israel, e cujo feriado ocorre no dia 5 de Iyar, que pode ser adiado ou adiantado para não cair no dia do shabat). No ano de 1948, correspondeu a 14 de maio, dia no qual David Ben-Gurion declarou o fim do Mandato Britânico da Palestina e a fundação do Estado de Israel”, explica.

“A Terra de Israel (Eretz Yisrael) é o berço do povo judeu. Uma parte importante da longa história do país se passou lá, com dois mil anos sendo registrados na Bíblia. Lá, sua identidade cultural, religiosa e nacional foi formada, e sua presença física foi mantida através dos séculos, mesmo após a maioria do povo ter sido exilada”.

Cultura Judaica

Por fim, Debora Cabral solicita do estudos do Ministério da Educação com o objetivo de incluir na Base Nacional Comum Curricular estudos sobre a cultura judaica. “É grande a relevância da história e da cultura judaica em todo o mundo, inclusive na formação do Brasil”, pontua.

Debora observa que “a extensão das transformações ocorridas nas últimas décadas do século XX em Israel, influenciadas, em grande parte, pela democratização dos regimes políticos, abertura de fronteiras comerciais e pelo desenvolvimento tecnológico, gerou impactos significativos na economia, em aspectos sociais e culturais do ponto de vista mundial”.

Na opinião da vereadora, “o Judaísmo, considerado como religião dos antigos hebreus, denominados hoje como judeus ou israelitas, abrange de uma forma mais ampla, não só as crenças religiosas, como também os costumes, a cultura e o estilo de vida deste grupo étnico”.

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