Vick Francisco convida para debate sobre pulverização aérea em Descalvado

Vereador Luiz Carlos Vick Francisco

O vereador Luiz Carlos Vick Francisco (PPS) convida a população para participar de debate sobre a pulverização aérea em Descalvado, a ser realizado em 15 de agosto, quarta-feira, a partir das 8h, na Câmara Municipal.

O evento terá a participação da doutora Cassiana Montagner, professora da Unicamp; da doutora Adriana de Oliveira Bueno, chefe da Casa da Agricultura de Descalvado; e, do fiscal ambiental Cristiano Scala Chiaratti.

Preocupação com PSF

Na sessão ordinária de 6 de agosto, Vick Francisco, pela terceira vez, cobrou o Executivo para que contrate funcionários para reativar o Programa Saúde da Família (PSF), em que os pacientes são atendidos em suas próprias residências.

O vereador lembrou que mais de 100 funcionários atuavam no Programa e a Prefeitura, atendendo a um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público (MP), foi obrigada a demiti-los por que não eram concursados.

“Acontece que no TAC, a Prefeitura também se obrigou a fazer concurso para preencher as vagas. Porém, até hoje, só ocorreram a demissões e o Programa Saúde da Família está desativado, prejudicando muitos pacientes, principalmente, os de baixa renda.” afirmou.

“A saúde é prioridade. Mas, em Descalvado, o Programa Saúde da Família está desativado, duas Unidades de Saúde da Família estão fechadas, e não se sabe quando haverá médicos à noite nas Unidades de Saúde dos bairros, como prometeram o prefeito e seu vice Vianna na campanha eleitoral”, reclamou.

Dinheiro da Educação desviado para trânsito e limpeza

Vick Francisco voltou a questionar o Executivo sobre a transferência, por decreto, de R$ 260 mil que estavam no setor da Educação e foram para o Setor de Trânsito e de Limpeza.

“Essa transferência chama muito a atenção, pois, retira R$ 260 mil da Educação, que é essencial para a formação de nossas futuras gerações, para investir no Setor de Trânsito, que já tem o dinheiro das multas de trânsito. Além do mais, quando se faz transferência por decreto, não há apreciação e votação pela Câmara. Portanto, é necessário que o Executivo explique tudo isso”, concluiu.

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