Vick Francisco cobra reabertura da EMEI do Jardim Belém

Vereador Luiz Carlos Vick Francisco

O vereador Luiz Carlos Vick Francisco (PPS) da cobra da Secretaria de Educação e Cultura a reabertura da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Prof.º Mário Franceschini, no Jardim Belém.

Na sessão ordinária de 26 de novembro, ele apresentou requerimento questionando se a reforma do prédio que abriga a EMEI foi concluída, quais as benfeitorias realizadas no local, se a escola voltará a funcionar no mesmo prédio, e qual a previsão para regularizar a situação.

Vick Francisco lembra que a escola foi desativada e os alunos foram transferidos para a EMEI Paulo Roberto Jordão. “São diversas crianças que deixaram de ser atendidas naquela unidade e não temos informações sobre a situação da escola”, afirmou.

Pintura na Rua Cirilo Bortoleto

Por meio de um segundo requerimento, o parlamentar quer informações de quem foi a autorização para realizar a pintura de sinalização para aulas de direção na Rua Cirilo Bortoleto. Pergunta também quem vai arcar com os custos do material e da mão de obra pública utilizada neste serviço.

“Sugiro que seja realizado um estudo junto às autoescolas, a fim de localizar um novo espaço, adequado para realização das aulas de direção, de modo que o trânsito não seja mais prejudicado”, observou.

Para ele, não é correto a utilização de material e mão de obra da Prefeitura em benefício de empresas privadas, “já que as autoescolas cobram dos alunos por essas aulas de direção”.

Vick Francisco destacou também que “o local onde são realizadas essas aulas é inadequado, visto que atrapalha o fluxo de veículos, que é intenso, utilizando-se de uma via pública”.

Vigilância dos Prédios Públicos

O vereador voltou a indicar à Prefeitura que reforce a vigilância dos próprios públicos, por meio da contratação de empresa terceirizada, “evitando, assim, a ação de vândalos, bem como os gastos da Municipalidade com a manutenção de seus prédios”.

Na opinião de Vick Francisco, “os prédios públicos frequentemente são alvos de vândalos e usuários de drogas, que se aproveitam da falta de iluminação de vigilância para praticarem atos ilícitos”.

“Com isso, o Poder Executivo tem um gasto excessivo com a manutenção de seus prédios, ou então, por falta de dinheiro para restauração, acaba desativando o local e deixando de oferecer seus serviços à população”, analisou.

“Existem empresas especializadas em vigilância que poderiam, mediante contrato com a Prefeitura, realizar a ronda com uso de motocicletas nos prédios públicos de cada região, como escolas, unidades de saúde, praças, Cemitério, e Centro de Referência Turística, entre outros”, concluiu.

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