Vaguinho cobra conserto e manutenção em lousas digitais

Vereador Vagner Basto

O vereador Vagner Basto (PRB) cobra do Executivo a notificação da empresa que, em 2013, forneceu as 62 lousas digitais para que providencie manutenção e concerto do equipamento e que realize treinamento para os professores.

De acordo com ele, “infelizmente as lousas encontram-se quase que abandonadas, pois foram quebrando ao longo do tempo e não receberam a devida manutenção; cabe à empresa que as vendeu realizar as manutenções e cursos de reciclagem aos professores para que possam ser utilizadas em toda sua funcionalidade”.

Vaguinho considera que as lousas digitais “são de grande valia para a educação, pois as aulas tornam-se mais dinâmicas e também mais rápidas, possibilitando ao professor transmitir um número maior de conteúdo”.

Refis

O vereador solicita ao Executivo que estude a possibilidade de calcular novo valor do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) para as empresas. Ele alega que atualmente existe a perda do Simples Nacional o que aumenta ainda mais os encargos fiscais e trabalhistas, dificultando a contratação de funcionários por parte das empresas da cidade.

Biblioteca Comunitária

Vaguinho quer que a Secretaria de Educação e Cultura notifique a Diretoria de Ensino e a Secretaria de Educação do Estado quanto ao mau estado de conservação da Biblioteca Comunitária Zilah Hildebrand de Lima Mussolini, na EE José Ferreira da Silva.

“É necessário que sejam tomadas medidas urgentes para recuperação do prédio que abriga a Biblioteca Comunitária, pois o local conta com marcas de umidade que vão ganhando o espaço do teto ao chão”, afirma.

“O local está com goteiras em todo seu recinto, e quando chove a situação fica cada vez mais lastimável e preocupante. A Biblioteca Comunitária é repleta de livros, que já estão comprometidos devido à alta umidade”.

Vaguinho destaca EE José Ferreira da Silva não possui crédito para sozinha realizar as reformas necessárias, portanto são tomadas apenas medidas paliativas. “É preciso pensar no acervo, nos funcionários e alunos que frequentam o local, pois uma obra de recuperação já se tornou indispensável”, conclui.

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