Paulinho insiste na implantação da atividade delegada

Vereador Paulinho Gabrielli

O vereador Paulinho Gabrielli (PPS), vice-presidente da Mesa Diretora ad Câmara Municipal, insiste que o Executivo implante a atividade delegada em Descalvado. Ele é autor de requerimento solicitando informações sobre os motivos da não implantação até o momento.

De acordo com ele, “desde o inicio de 2017, a Câmara Municipal trabalha de forma unanime, seja através da criação de anteprojetos de lei, seja através de ofícios, ou mesmo em pedidos na tribuna, para que a atividade delegada possa ser instalada em nosso Município”.

Paulinho lembra que “a Câmara Municipal, fez devolução recorde aos cofres da Prefeitura em 2017, e de forma unanime, pediu para que 15% desta quantia fosse destinada a instalação da atividade delegada”.

O vice-presidente destaca que “constava no plano de governo das eleições 2016, no item Medidas Emergenciais a instalação da atividade delegada no prazo de 6 meses, o qual se esgotou em agosto de 2017”.

Violência

Paulinho relata que “no ano de 2017, segundo dados do Comandante da 3ª Companhia PM, os índices de violência em nosso Município tiveram declínio, e mesmo diante deste quadro tivemos 5 homicídios e 7 estupros notificados, o que representa algo assustador para nossa população”.

Segundo ele, os projetos Vizinhança Solidária e Vizinhança Solidária Rural foram implantados em algumas regiões de nossa cidade recentemente e apresentam índices extremamente animadores, mas, devido à falta de policiais militares, tais projetos expõem limitações quanto ao seu alcance em novos bairros e comunidades rurais.

Ainda na defesa da medida, Paulinho observa que “a atividade delegada está implantada na maioria dos Municípios do nosso Estado, e em todas as cidades da nossa região, com índices extremamente animadores e alta satisfação da população, proporcionando uma maior sensação de segurança a todos”.

O que é

Paulinho explica que “a atividade delegada é um formato simples de convênio entre a Prefeitura Municipal e a Secretaria de Segurança Pública, pelo qual o Município tem a responsabilidade apenas do pagamento da hora trabalhada, ficando o Estado com toda a responsabilidade quanto a viaturas, combustível, fardamento e alimentação, dentre outras, além das responsabilidades trabalhistas, previdenciárias e pecuniárias”.

Para o vereador, “o policial militar em atividade delegada, além de suas atribuições rotineiras, poderá contribuir de forma significativa como um fiscal municipal”.

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