Paulinho cobra melhoria no fornecimento de energia elétrica para o DI Cosmo Fuzaro

Vereador Paulinho Gabrielli

O vereador Paulinho Gabrielli (PPS), vice-presidente da Câmara Municipal, encaminhou ofício a Jorge Cristiano S. Matsumoto, Gerente Regional da CPFL Paulista, solicitando melhorias acentuadas na qualidade do fornecimento de energia elétrica para o Distrito Industrial (DI) Cosmo Fuzaro.

“O DI Cosmo Fuzaro conta com diversas empresas de pequeno, médio e grande porte que são de grande importância para a economia do Município; mas naquela região são constantes quedas de energia, o que desestabiliza maquinários e limita a vida útil de equipamentos”, afirma.

De acordo com Paulinho, “as constantes as interrupções no fornecimento de energia elétrica também a perda de muitas horas de trabalho, o que também provoca para as empresas ali instaladas”.

Preocupado com a situação, Paulinho observa “que esses transtornos podem se tornar um agravante, fazendo com que essas empresas busquem outras cidades para se instalar, o que traria impactos extremamente negativos a Descalvado”.

Orçamento Participativo

Por meio de ofício, Paulinho solicita estudos por parte do Executivo, visando a implantação do Orçamento Participativo (OP) em Descalvado. O objetivo, segundo ele, é “envolver a população, através de um processo democrático, na construção de sua Lei de Diretrizes Orçamentárias”.

Na opinião do vice-presidente do Legislativo descalvadense, o OP “é um mecanismo governamental de democracia participativa que permite aos cidadãos influenciar e decidir sobre os orçamentos públicos, com participação da comunidade, tornando-se o munícipe, um coprodutor dos serviços públicos e não apenas um receptor deste”.

“O Orçamento Participativo é considerado pela ONU uma das 40 melhores ferramentas em gestão pública”, salienta.

Paulinho lembra que no dia 26 de julho último a Câmara realizou audiência pública para tratar da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) destinada à elaboração da Lei Orçamentária para 2019 sem que houvesse participação popular. “A ausência de público é lamentável em uma discussão dessa importância”, conclui.

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