Pastor Adilson quer garantir escola para deficientes próxima à residência

Vereador Pastor Adilson Gonçalves

O vereador Pastor Adilson Gonçalves (PSC) encaminhou anteprojeto de lei assegurando matrícula para portadores de deficiência locomotora na escola pública municipal mais próxima de suas residências, independente de vaga.

O texto determina que os alunos portadores de deficiência locomotora apresentarão documento comprobatório de residência no instante que fizerem a solicitação de matrícula.  A escola poderá solicitar atestado médico para comprovar a deficiência alegada. 

Ainda de acordo com o anteprojeto, as escolas onde estiverem matriculados alunos com deficiência locomotora garantirão as permanências, com adequação dos seus espaços físicos para os devidos acolhimentos.

Pastor Adilson afirma que “a realidade do portador de deficiência locomotora permanente é das mais difíceis e incômodas quando o assunto é acessibilidade e mobilidade cidadã”.

Para ele, “quando essa realidade é direcionada para o campo da Educação esses graus de dificuldade ganham maiores proporções e, muitas vezes, é um forte vetor da desistência e do desgosto de alunos pelos estudos”.

Avenida Independência

Pastor Adilson reivindica que o Executivo instale faixa de pedestres elevada, lombofaixa, na Avenida Independência, nas proximidades da Escola SESI 205, e que providencie calçamento ao longo da segunda via da mesma Avenida.

“A Avenida Independência é bastante longa e permite que motoristas imprudentes cheguem a altas velocidades, muitas crianças e jovens atravessam aquele trecho da via todos os dias, o que coloca em risco a integridade física deles”, observa.

Pastor Adilson também pede que a Prefeitura providencie o calçamento do passeio público da segunda via da Avenida Independência a fim de oferecer segurança aos pedestres e as pessoas que praticam corrida e caminhada naquela região.

“Recentemente foi realizado o tão esperado asfaltamento da segunda via da Avenida Independência, por isso, o local passará a ser utilizado por veículos e, também por pedestres e pessoas que praticam caminhada e corrida de rua, o que é comum naquela região”, diz.

“O passeio público existente naquele lado da Avenida não dispõe de calçamento, o que fará com que essas pessoas trafeguem na rua, expondo-se a riscos de acidentes”, completa.

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