Dívidas passadas estão dificultando atuação do Executivo?, questiona Vick Francisco

Vereador Luiz Carlos Vick Francisco

Há quase um ano que o atual prefeito tomou posse, a reclamação da população quanto à atuação do Executivo é geral: duas Unidades de Saúde da Família sem funcionamento, várias crianças esperando vagas nas creches, entidades assistenciais que não recebem o repasse de verbas programadas para 2017, buracos nas ruas, lixos e entulhos não recolhidos, falta de limpeza dos bueiros e bocas de lobo,  ruas sem iluminação e sem calçamento.

Mesmo as promessas de campanha do Prefeito e seu Vice não foram cumpridas, como a volta do atendimento noturno de médicos nos Postos de Saúde. Por sua vez, até agosto de 2017, a arrecadação municipal está R$1 milhão acima do previsto. Assim, o vereador Luiz Carlos Vick Francisco (PPS) quer saber se o motivo da má atuação do Executivo é devido à falta de dinheiro por estar pagando dívidas passadas.

A maior dívida que a Prefeitura tem é a falta de recolhimento de INSS de seus funcionários e multa, decorrente de um contrato com uma empresa que se dizia especializada no assunto, contratada no Governo Panone, cuja dívida ultrapassa R$ 12 milhões.

“Se a Prefeitura está arrecadando mais do que o previsto, quero saber o que está atrapalhando a atuação do Executivo? São dívidas passadas? Elas estão sendo pagas? A dívida do INSS foi parcelada? Se as dívidas não estão sendo pagas, onde está indo o dinheiro arrecadado?”. São dúvidas que Vick Francisco questionou através de requerimento nesta semana e quer que o Prefeito responda.

224 casas da CDHU

Novamente Vick Francisco cobrou do Executivo o início da construção das 224 casas populares, autorizadas mediante convênio com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU).

“São mais de 2000 inscritos para a obtenção das casas e o Executivo está demorando muito; corremos o risco de perder mais esse projeto, como tantos outros que já perdemos”, completou o vereador na tribuna da Câmara Municipal.

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