Debora sugere fim do jornal oficial impresso da Prefeitura

Vereadora Debora Cabral

A vereadora Debora Cabral (PL) sugere ao Executivo que passe a fazer apenas a publicação online do jornal oficial do Município, por meio do site da Prefeitura, evitando, assim, as cópias impressas.

Para ela, a medida seria uma ótima forma de contribuir com a economia dos cofres públicos e a preservação do meio ambiente.

O jornal oficial é onde devem ser publicadas as leis, atos de efeitos externos e demais matérias de interesse do Município. “A publicação online permite que as informações cheguem à população em tempo real e atinjam um público maior”, diz.

“A impressão do jornal oficial também gera custos elevados aos cofres públicos, além de ser um material, que muitas vezes acaba descartado de forma incorreta, poluindo o meio ambiente”.

Horário de Trabalho

Debora indica ao Executivo consulte servidores das Secretarias de Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Planejamento, Desenvolvimento, Obras e Serviços Públicos, sobre a viabilidade de alterar o horário de trabalho das 8h às 17h, com intervalo de almoço das 12h às 13h, durante o período de inverno.

“Muitos servidores municipais iniciam a jornada de trabalho muito cedo. Durante o inverno, os serviços externos tornam-se quase insuportáveis de serem realizados antes do sol nascer. Além dos incômodos, o ar gelado também compromete a saúde dos servidores”, frisa.

Rua Rio de Janeiro

Debora solicita à Comissão Municipal de Trânsito (COMUTRAN) que torne mão única de direção a Rua Rio de Janeiro, sentido bairro- Centro, no trecho que compreende as Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) Profª Dirce Sartori Serpentino e Profº Andrelino Casare, no Jardim Albertina.

Ela alega que “o trânsito de veículos naquela via é intenso, principalmente nos horários de entrada e saída dos alunos; também existe um ponto de ônibus naquele trecho, o que torna o local ainda mais movimentado”.

Debora alerta que “a falta de sinalização e fiscalização coloca em risco a segurança das crianças, adolescentes e de toda a população que por ali transita”.

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