Debora quer vans atuando no transporte coletivo

Vereadora Debora Cabral

A vereadora Debora Cabral (PL) reivindica ao Executivo que permita a circulação de vans para complementar o serviço do transporte coletivo nos horários em que não passam os ônibus circulares.

Segundo ela, os horários disponibilizados atualmente pela empresa concessionária do transporte coletivo na cidade são insuficientes e a população pede por melhorias. “Grande camada da população descalvadense que depende do transporte público para se locomover”, observa.

“Muitas pessoas residem em bairros distantes e dependem deste tipo de transporte para irem ao trabalho, à escola, consultas médicas, mas, infelizmente, nem sempre os horários em que os ônibus passam são suficientes para atendê-las”.

Som Alto

A parlamentar solicita instalação de placas indicativas de proibição de ruídos e som alto nos arredores de todas as escolas Descalvado. “O som alto em automóveis tem se tornado cada vez mais constante e muitas pessoas não respeitam sequer regiões que abrigam hospitais ou escolas”, pontua.

“Os docentes precisam de tranquilidade para o desenvolvimento de seu trabalho e também os alunos para que possam ter concentração nos estudos”.

Autarquia

Debora sugere revisão da estrutura da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), transformando-a em autarquia. O objetivo é melhorar os serviços e prover a unidade de sustentabilidade técnica e econômica.

“Autarquia é uma entidade autônoma, auxiliar e descentralizada da Administração Pública, porém fiscalizada e tutelada pelo Município, com patrimônio formado com recursos próprios, cuja finalidade é executar serviços que interessam à coletividade”, explica.

“O modelo de autarquia aparece como resolução técnica dos problemas de saneamento e opção para instituir um sistema tarifário capaz de dar sustentabilidade econômica ao órgão gestor, já que muitas vezes os Municípios fixam suas tarifas abaixo do custo real”.

Para Debora, os valores arrecadados com a cobrança de tarifas de água e de esgoto devem cobrir os custos com a operação e a manutenção dos sistemas e ainda, se possível, gerar excedentes para investimentos.

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